20de Maio,2018

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02 November 2015 Written by 

Geocoin #005: Love Love Geocoin

 

Cidade de Espinho

Espinho é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Aveiro, à Região Norte e à Área Metropolitana do Porto, com 9 832 habitantes no seu perímetro urbano (2011).

É sede de um pequeno município urbano, com 21,06 km² de área e 31 786 habitantes (2011), subdividido em 4 freguesias.  O município é limitado a norte pelo município de Vila Nova de Gaia, a leste por Santa Maria da Feira, a sul por Ovar e a oeste pelo Oceano Atlântico.

 

História

Já em tempos do domínio romano na região existia um castro, o chamado Castro de Ovil, povoação referenciada pela primeira vez num documento de 1013, que assentava numa pequena colina de forma circular rodeada por um fosso a Norte e Nascente e por uma ribeira a Sul e Poente, que atualmente se encontra na Freguesia de Paramos.

Há cerca de 200 anos a zona de Espinho começou a ser utilizada para a pesca, ainda de forma sazonal. Esses primeiros ocupantes não construíram habitações, permanecendo na costa apenas durante a companha, para regressar à terra de origem no inverno, quando a violência do mar impossibilitava a pesca em segurança.

A fixação da população começou a fazer-se por volta do ano de 1776 (o concelho foi criado apenas em 1899, por desmembramento de Santa Maria da Feira), quando surgiram as primeiras habitações (os palheiros), feitas em madeira com os telhados revestidos com terra. A transição da madeira para a pedra ocorreu lenta e gradualmente e passou por uma fase intermédia, em que os palheiros, ainda de madeira, ostentavam uma fachada principal em pedra e cal.

Mais tarde, muitas destas habitações seriam adquiridas e transformadas, por famílias de posses, dando origem à colónia balnear de Espinho. Em menos de meio século, Espinho iria tornar-se numa das zonas de eleição do Norte de Portugal.

A devoção religiosa das pessoas da região levou à edificação, ao longo dos séculos, de diversos monumentos espalhados pela cidade e arredores. A Igreja Matriz dedicada a N.ª Senhora da Ajuda é exemplo disso; construída em 1930 segundo projeto do arquiteto Adães Bermudes, tem sabor revivalista, que procura conciliar com as necessidades contemporâneas.

Hoje Espinho é uma cidade moderna, com importante atividade turística, acolhendo ao longo do ano milhares de visitantes nacionais e estrangeiros. Para isso foi importante o fator clima (baixa amplitude térmica: 23º C no Verão e 12ºC no Inverno) e os atrativos naturais e culturais (praia, paisagem, património, espetáculos, etc.), mas também a fácil acessibilidade (por via férrea e rodoviária), a proximidade do Porto e do Aeroporto Francisco Sá Carneiro e a circunstância de se ter tornado numa concorrida zona de jogo.

Espinho é uma cidade conhecida pela sua feira centenária, gastronomia, potencial nas áreas do turismo e lazer, e pelo seu Casino.

 

 

De Espinho viva!

Sardinha do nosso mar…

Vivinha a saltar!

Ó que rica para assar…

 

 

Arte Xávega

A arte de arrastar, Xávega ou Xávena, utiliza-se nesta praia na pesca da sardinha. A rede é constituída por um saco de malha mais fina onde se aprisiona o peixe.

Este saco é formado por painéis com oito muros separados. As partes laterais da rede a que se chamam mangas, são constituídas por cinco peças cada uma.

Todo o conjunto é contornado por pequenos pedaços chamados chumbadas e pequenas bóias de cortiça que sustentam a rede à flor da água, denominadas por pandas.

Numa das extremidades do saco, prende-se também um flutuador, muitas vezes em forma de pipo. As mangas têm por continuidade cordas de 25 a 30 metros.

O barco entra no mar, deixando ficar em terra uma ponta de cabo e quando estiver a 3 ou 4 km da costa, é lançada a rede. Depois desta operação os pescadores voltam para terra, trazendo o cabo de mão da barca.

Juntam os cabos nas cordas e puxam com juntas de bois, assemelhando-se a trabalho agrícola, se der azo à imaginação.

Ao chegar a rede a terra, o peixe é separado e disposto em pequenos lotes para ser leiloado, normalmente acompanhado do praguejar inofensivo das nossas vareiras.

Este espetáculo pitoresco da venda do peixe, é feito a lanços e de tal maneira apressado, que só o leiloeiro e as vareiras o entendem.

Saem então para a rua as nossas mulheres, percorrendo a cidade de canastra à cabeça e andar elegante, apregoando com cantoria.

 

 

FICHA TÉCNICA

NOME: Love Love Espinho Geocoin

DATA: 2015

VERSÕES: Silver e Gold

FORMATO: Circular

TAMANHO:  44 mm

QUANTIDADES: Silver (350), Gold(150)

DESENHO: Telmo Freitas/ 100Espinhos

PRODUÇÃO: Geocoinshop.de

MENTOR: Telmo Freitas/ 100Espinhos

ICON PRÓPRIO: sim

 

Love Love Espinho Geocoin - Gold

 

Love Love Espinho Geocoin - Silver

 

 

Cidade de Aveiro

Aveiro é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Aveiro, situada na Região Centro, sub-região do Baixo Vouga, com cerca de 60 000 habitantes no seu perímetro urbano. O perímetro urbano é constituído pelas freguesias de Glória (Aveiro) e Vera Cruz (a área original da cidade), estendendo-se ainda para Aradas, Cacia, Esgueira, São Bernardo e Santa Joana.

Fica situada a cerca de 55 km a noroeste de Coimbra e a cerca de 70 km a sul do Porto, sendo a principal cidade da sub-região do Baixo Vouga e a segunda cidade da região Centro, a seguir a Coimbra.

É sede de um município com 78 450 habitantes (2011) e 197,58 km² de área, subdividido em 10 freguesias. O município é limitado a norte pelo município da Murtosa (seja através da Ria de Aveiro, seja por terra), a nordeste por Albergaria-a-Velha, a leste por Águeda, a sul por Oliveira do Bairro, a sudeste por Vagos e por Ílhavo (sendo os limites com este último concelho também feitos por terra e através da ria), e com uma faixa relativamente estreita de litoral no Oceano Atlântico, a oeste, através da freguesia de São Jacinto. É um importante centro urbano, portuário, ferroviário, universitário e turístico.

 

História

Em finais do século XVI, princípios do século XVII, a instabilidade da vital comunicação entre a Ria e o mar levou ao fecho do canal, impedindo a utilização do porto (veja Porto de Aveiro) e criando condições de insalubridade, provocadas pela estagnação das águas da laguna, causas estas que provocaram uma grande diminuição do número de habitantes - muitos dos quais emigraram, criando póvoas piscatórias ao longo da costa portuguesa - e, consequentemente, estiveram na base de uma grande crise económica e social. Foi, porém e curiosamente, nesta fase de recessão que se construiu, em plena dominação filipina, um dos mais notáveis templos aveirenses: a igreja da Misericórdia.

Em 1759, D. José I elevou Aveiro a cidade, poucos meses depois de ter condenado por traição, ao cadafalso, o seu último duque, título criado, em 1547, por D. João III. Por essa razão, e a pedido de algumas pessoas notáveis da cidade, à nova cidade foi dado o nome de Nova Bragança em vez de Aveiro, por Alvará Real de 11 de Abril de 1759. Com a queda do poder do Marquês de Pombal, após D. Maria I se tornar rainha em 1777, logo esta mandou voltar a cidade à sua anterior designação.

Foi feita Oficial da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito a 29 de Março de 1919 e Membro-Honorário da Ordem da Liberdade a 23 de Março de 1998.[6] Aveiro foi um dos principais portos envolvidos na pesca do bacalhau durante o período ditatorial.

Moliceiro

Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas atualmente mais usados para fins turísticos.

É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.

São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro.

 

FICHA TÉCNICA

NOME: Love Love Aveiro Geocoin

DATA: 2015

VERSÕES: Silver, Gold, Nickel e Xisto

FORMATO: Quadrado

TAMANHO: 44x44 mm

QUANTIDADES: Silver (125), Gold(100), Nickel (75) e Xisto (30)

DESENHO: Carlos Tavares/100Espinhos

PRODUÇÃO: Geocoinshop.de

MENTOR: Carlos Tavares/100Espinhos

ICON PRÓPRIO: sim

 

Love Love Aveiro Geocoin - Gold

 

Love Love Aveiro Geocoin - Silver

 

Love Love Aveiro Geocoin - Nickel

 

Love Love Aveiro Geocoin - Xisto

 

 



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