06de Dezembro,2019

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01 May 2010 Written by 

Geo Talk - GZ Portugal

1 de Maio, dia do Trabalhador, descanso nacional, mas, não para todos.

Hoje é lançada a primeira revista de Geocaching em Portugal.

Fomos conversar com os responsáveis e descobrir mais sobre o projecto.

 

Qual a história que dá origem ao nome e ao projecto?

O projecto da GZ Portugal começou quando a Team WebXXI nos abordou (RavenMaster & Uindinha e paidaines) numa conversa de café e propôs a realização da primeira revista de Geocaching, ideia que foi bem aceite.

O nome GZ Portugal surgiu logo numa das primeiras reuniões entre as pessoas envolvidas. Após algumas ideias, umas mais idiotas do que outras, lá chegámos a consenso com a abreviatura de Ground Zero. Quanto ao país, concordámos ser essencial constar do nome da revista, cujo logótipo também foi pensado para ter as cores da bandeira nacional.

 

Quem são os responsáveis pela publicação?

A GZ Portugal nasceu da conjugação de vontades do Team WebXXI, dos Ravenmaster & Uindinha e do paidaines. Juntos, decidimos convidar o Monho, o Sup3FM, o Vasco Gonçalves e o Daniel Oliveira para colaborarem no primeiro número.

Com a ligação do Nuno Veríssimo à Geocacherzone não temem que seja vista como uma extensão da loja?

Sinceramente, não tem nada a ver uma coisa com a outra, são projectos independentes. Já sabemos que há críticas nesse sentido em alguns fóruns, mas a única ligação que existe é o facto de o Nuno Veríssimo fazer parte de ambos os projectos. Aliás, o Nuno Miguel Ferreira (paidaines) e o Paulo (ravenmaster) não têm absolutamente nada a ver com a loja referida, ou seja, 66,6% da GZ Portugal é externa à Geocacherzone.

Numa época de web 2.0, com as redes sociais a marcar o ritmo, com as publicações a terem um prazo curto de vida, o porquê de uma revista?

Basicamente por não haver nenhuma publicação sobre Geocaching em Portugal. Conforme canta o Pedro Abrunhosa no último álbum, decidimos fazer o que ainda não foi feito. Uma coisa é ler a informação no ecran de um computador, outra bem diferente é folhear as páginas de uma revista. É esse prazer que perdura no tempo que nos diferencia.

Há mercado para uma revista exclusiva de geocaching?

Segundo os últimos dados, há mais de 4 mil praticantes em Portugal. É uma actividade que tem conhecido um crescimento exponencial nos últimos tempos, com cada vez mais gente nova a aderir, pelo que acreditamos haver público interessado. Aliás, se assim não fosse, nunca teríamos arriscado lançar a GZ Portugal. Temos os pés bem assentes na terra.

Qual o formato de distribuição?

Para já, numa primeira fase, será centrada no site da revista. Será aí que os interessados poderão fazer as encomendas, sendo a revista entregue em casa. E o interesse tem sido enorme, com centenas de pedidos de reserva. Eventualmente, poderá ser vendida em alguns eventos onde marquemos presença.

No futuro, está nos planos alguma parceria com publicações nacionais?

Quem sabe se um dia isso será possível. Seria sinal de que alguém teria reparado no nosso trabalho, mas ainda é precoce estar a pensar nisso. As coisas vão acontecer naturalmente.

Conteúdos serão apenas editados na revista ou o website terá um papel importante?

A aposta será no papel pois seria redundante disponibilizar os conteúdos no website. Se a malta lesse na net já não precisava de comprar a revista, certo?

O vosso site aliado ao facebook foram os primeiros contactos com a comunidade. Este secretismo foi estratégia ou necessidade?

Antes de mais, foi estratégico porque quisemos criar expectativa nas pessoas. O número crescente de fãs no facebook prova que não foi mal pensado. Depois, é claro que é um meio que permite chegar a muitas pessoas de forma célere e objectiva já que vai ao encontro do público alvo.

A apresentação decorre num dos eventos dos 10 anos de Geocaching. Alguma razão especial para a escolha?

A partir de determinada altura, decidimos que fazia todo o sentido associar o lançamento da GZ Portugal ao décimo aniversário do Geocaching. Afinal, tratam-se de dois momentos históricos pois, insistimos, trata-se de um projecto inédito no nosso país.

Porquê a ausência noutros eventos nacionais?

Basicamente, porque trabalhamos todos em áreas diversas e moramos na Malveira, Barreiro e Oeiras. Logo, não temos disponibilidade para andar a percorrer o país de evento em evento. Mas agora que a GZ Portugal já tem um rosto esperamos contar com colaboradores de Norte a Sul.

Sites nacionais e revista, cada um terá o seu espaço ou serão um complemento?

No nosso entender, poderemos funcionar mais como complementos do que como concorrentes. Como já referimos atrás, uma coisa é ler conteúdos na web, outra diferente é fazê-lo em papel.

Parcerias?

Já estabelecemos uma parceria com a Groundspeak e estão outras coisas em análise e estudo. Quanto aos sites nacionais, agora que a GZ Portugal já tem rosto digamos assim, é uma questão de falarmos no sentido de encontrar formas de colaboração e estreitar laços, sempre em prol do Geocaching.

GeoPT?

Um projecto inovador, ao qual desejamos o maior sucesso!



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