01de fevereiro,2026

01 April 2016 Written by  avieira

Caminhando pela Serra do Açor

A aventura no Piódão ... A caminhada IV - 9 de abril

Nesta serra, com fronteira para a Serra da Estrela, temos uma grande diversidade de locais, de aldeias históricas, de xisto, com belos percursos, agora devidamente marcados, para nos proporcionar momentos de encanto.

O caminho do Piódão é uma grande surpresa, uma vez que o primeiro impacto que temos é para com a aldeia, que se avista desde lá do cimo da Serra. E, depois, ao descer, pouco a pouco, ainda por estrada bem pavimentada, vamos tendo contacto com o casario de xisto, apenas quebrado pela igreja, de cor branca, que se salienta no enquadramento circundante.

Ao visitar esta aldeia damos com as placas, prévias ao novo PR2 e PR2.1 (variação ao percurso que vai de Piódão a Chãs de Égua), elaborados por alturas de reorganização e promoção da rota das aldeias histórias. Placas estas que nos indicam, em boa forma típica, escrito no xisto, os tempos e distâncias entre Piódão e Foz de Égua. Da primeira vez que fiz este percurso foi uma agradável surpresa, pois quase não andamos por estrada, apenas por carreiros, quer sejam constituídos por grandes pedras de xisto, quer por passarem junto a levadas, onde no verão temos a água a correr, para ir regando os socalcos, de quem ainda por aqui vai morando.

Todo o percurso é feito com a ribeira do Piódão a acompanhar-nos, bem lá em baixo, ou por vezes mais próxima, especialmente quando chegamos a Foz de Égua, e aí encontramos as pontes, quer sejam construídas com pedras, quer seja a ponte suspensa, obra de um habitante local, e que tantas aventuras vai proporcionando aos visitantes mais destemidos.

Este ponto intermédio, Foz de Égua, é também ele um encanto, para visitar, para fotografar, e para recordar, sendo a escolha obvia para um pequeno pic-nic, e para um ligeiro retemperar de forças.

De acordo com a época do ano em tenhamos oportunidade de realizar este percurso, teremos as montanhas pintadas de várias cores, mas a primavera, com o surgimento muitas flores, é sem dúvida a mais interessante para passar por cá.

Esta é a quarta edição de um evento, onde para além do geocaching, tem-se juntado um conjunto de amigos que gosta de passear, e é uma atividade para toda a família, sendo os grupos constituídos por famílias que vão desde os netos aos avós. As caches são todas simples, fáceis de encontrar, e apenas servem de pretexto para sair ao encontro destas belezas naturais.

 

 


 

Caminho do Xisto da Benfeita II - 10 de abril

Este percurso, que corresponde ao PR1 – AGN, já existia há alguns anos, e apesar de estar familiarizado com as zonas por onde o mesmo passa, até há pouco tempo era para mim também desconhecido. Depois de o percorrer pela primeira vez, em família, há cerca de 3 anos, ficou a ideia de fazer chegar o mesmo aos praticantes do geocaching, que até essa data tinham duas caches fantásticas para visitar, a Fraga da Pena, e a Mata da Margaraça, mas que iam encontrando quase sem necessidade de sair do automóvel.

Para realizarmos esta caminhada não há alternativa, o carro fica no estacionamento, a mochila vem connosco, para nos acompanhar numa grande subida, por entre campos de cultivo, numa primeira parte, subindo escadarias por entre velhas casas de xisto, por cascatas, por entre velhos castanheiros, sempre em carreiros, onde no passado os moradores das várias aldeias transitavam.

É uma caminhada mais complicada, mas passa por locais de extrema beleza, sem esquecer que na Fraga da Pena, onde para além da cache que lá se encontra, é obrigatório fazer um desvio até às cascatas, para aí sim desfrutar do ponto mais alto de todo o percurso, havendo aqui também mesas e locais onde é muito agradável um pic-nic.

A aldeia de Pardieiros marca a inversão do percurso, e também nos proporciona um bom local para um pequeno descanso, ou para tomar um café na associação local, trocando dois dedos de conversa, antes de retomar o percurso.

A partir daqui o trajeto é diferente, os carreiros passam a ser junto a uma ribeira, ou junto a levadas, já não há grandes subidas, grandes declives, mas ainda temos um ponto muito interessante, onde se costumam avistar alpacas, animais não tradicionais destas zonas, mas que agora dão um novo encanto aos campos que iam ficando abandonados.

O regresso à aldeia da Benfeita leva-nos ao ponto de partida, num largo, onde temos uma esplanada à nossa espera, para uma conversa agradável, com os relatos destas aventuras pela Serra do Açor… e das várias caches que foram surgindo ao longo dos caminhos percorridos.

A Serra do Açor espera por nós!


Texto e fotos: avieira (António Vieira).



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