Artigos - Geopt.org - Portugal Geocaching and Adventure Portal - Geopt.org - Portugal Geocaching and Adventure Portal http://geopt.org Sun, 19 Aug 2018 16:16:47 +0100 Joomla! - Open Source Content Management en-gb Nunca Mais é Sábado... #198 http://geopt.org/index.php/artigos/rubricas-semanais/e-porque-amanha-e-sabado/item/3997-nunca-mais-e-sabado-198 http://geopt.org/index.php/artigos/rubricas-semanais/e-porque-amanha-e-sabado/item/3997-nunca-mais-e-sabado-198 Nunca Mais é Sábado... #198

Está aí o Dia Internacional do Geocaching e com ele um belo conjunto de eventos quase todos concentrados no próximo Sábado.

> Sábado, 18 de Agosto


Evento International Geocaching Day 2018 [Povoação, Arq. Açores]
 

Este evento, pretende reunir, na freguesia das Furnas, no sábado, dia 18 de agosto, geocachers “coriscos” com o objectivo de conversarmos sobre Geocaching, vermos e trocarmos Trackables …


Evento International Geocaching Day 2018 - Ponta Delgada [Ponta Delgada, Arq. Açores]
 

Todos os anos, no terceiro Sábado de Agosto, milhares de geocachers de todo o mundo comemoram o Dia Internacional do Geocaching.

Não podendo deixar esta data passar sem uma celebração, decidimos agendar um pequeno convívio.

Vem connosco celebrar o Dia Internacional do Geocaching!


Evento International Geocaching Day 2018 @ Odivelas [Odivelas, Lisboa]
 

Earn the official International Geocaching Day 2018 souvenir by logging a geocache or attending an event on Saturday, August 18, 2018.


Evento International Geocaching Day 2018 - Graciosa [Santa Cruz da Graciosa, Arq. Açores]
 

Celebremos juntos o International Geocaching Day 2018, na belíssima ilha da Graciosa, a Ilha Branca.

Encontro nas coordenadas do evento às 18h30, com duração até às 19h00, ou até quando a malta quiser ir embora! :D

Tragam os vossos TBs e Coins para troca, ou simplesmente para "passear".


Evento Keep Calm... porque é dia Internacional Geocaching [Cadaval, Lisboa]
 

Ganhe a lembrança oficial do Dia Internacional de Geocaching de 2018 registando um geocache ou participando de um evento no sábado, 18 de agosto de 2018.

Conto com a vossa presença!


Evento International Geocaching Day 2018 @ Lisboa [Lisboa]
 

Obtém o souvenir oficial do Dia Internacional do Geocaching 2018 encontrando uma geocache ou participando num evento.

APARECE!


Evento InternationalGeocachingDay 2018 - Alentejo Litoral [Odemira, Beja]
 

Porque é dia de ganhar um souvenir e os eventos pelo Alentejo são escassos...

E porque é dia de ganharmos um souvenir, mas os eventos pelo Alentejo são escassos vamos a isso...

Um Evento num local unico, e que se pretende aproveitar o final do dia, fotografar o por do sol e conviver...


Evento Bora lá, é "Dia Internacional do Geocaching"! [Torres Vedras, Lisboa]
 

Bora lá juntar o pessoal para jantar ou até mesmo só para um café. É Dia Internacional do Geocaching, um motivo especial para festejarmos este nosso viciozinho, e a cereja no topo do bolo, é o souvenir que comemora este dia.


Evento International Geocaching Day 2018 - Arouca [Arouca, Aveiro]
 

Celebremos juntos o International Geocaching Day 2018, na belíssima vila de Arouca.

Obtém o souvenir oficial do Dia Internacional do Geocaching 2018 encontrando uma geocache ou participando num evento.

Tragam os vossos TBs e Coins para troca, ou simplesmente para "passear".


Evento International Geocaching Day 2018 # Oeiras 18/08 [Oeiras, Lisboa]
 

International Geocaching Day 2018 # Oeiras 18/08

Obtém o souvenir oficial do Dia Internacional do Geocaching 2018 encontrando uma geocache ou participando num evento.


Evento Nós também merecemos IX [Figueira da Foz, Coimbra]
 

O geocaching é uma excelente actividade de lazer para todos os dias do ano. Sejam dias de férias, dias de trabalho, esteja a fazer sol ou chover, estamos sempre disponíveis para mais uma cachada.

No entanto, estamos em pleno Verão, numa zona propícia a banhos de sol, com inúmeras condições e infraestruturas.

A nossa proposta é a seguinte: vistam-se a rigor, calções, chinelinhos, fato de banho, o que quiserem. Armem-se com protector solar, a toalha, água para beber e/ou farnel, óculos de sol, não esquecer a prancha de bodyboard e venham ter connosco. Se estiver de chuva, venham na mesma!!!

O encontro é em pleno areal da praia, nas coordenadas publicadas (mais metro, menos metro, pois nestas coisas qualquer um poisa onde quer).Para logar basta aparecer.


Evento Int. GC day "na" Beach [Faro]
 

O Geocaching não é só andar atrás de caches, é também o convívio com outros Geocachers e a vivência de novas experiências. Os Eventos são uma prática recorrente desta comunidade que, para além de descobrir tesouros escondidos, gosta de organizar por todo o mundo aquilo a que chama a “versão de festa do Geocaching”.

Vem celebrar o “International Geocaching Day 2018” numa festa (evento) na Ilha do Farol da 16:15 às 16:45 e habilita-te a ganhar um souvenir alusivo ao dia.


Evento International Geocaching Day 2018 [Mealhada, Aveiro]
 

Earn the official International Geocaching Day 2018 souvenir by logging a geocache or attending an event on Saturday, August 18, 2018. O evento tem início às 17:00 e termina às 17:30. Tragam os vossos TB's e Geocoin's.


Evento International Geocaching Day 2018 @ Covilhã [Covilhã, Castelo Branco]
 

A semelhança do evento passado em 2016 (GC6MX67 - International Geocaching Day – GUARDA), estaremos de visita à bela Cidade da Covilhã e queremos partilhar com os Geocacher este dia dedicado ao nosso Hobby. Traz os teus TB's e GC's para poder partilhar experiencias e falar sobre o Geocaching.


Evento CITO - Caminhada e Churrascada [Barcelos, Braga]
 

O Evento consistirá num CITO (Cache In Trash Out) a realizar no Parque de Merendas das Carvalheiras.

O Evento CITO terá início às 10:00 horas do dia 18 de Agosto de 2018, nas coordenadas publicadas e terminará por volta das 11:00 horas, com recolha de lixo no local e na zona circundante do Parque de Merendas das Carvalheiras


Evento Dia Internacional do Geocaching 2018 @ Côja [Arganil, Coimbra]
 

Por ocasião do Dia Internacional do Geocaching decidi realizar uma evento em Côja, não só para comemorar esta data, mas também para conhecer geocacher's desta zona e marcar a minha passagem por esta localidade.

Lanço o desafio aos geocachers que se encontrem pela zona para um pequeno convívio e dois dedos de conversa.


Evento International Geocaching Day @ Madeira [Ribeira Brava, Arq. Madeira]
 

O Dia Internacional do Geocaching celebra-se anualmente no terceiro sábado do mês de Agosto.

Esta é uma data muito importante, que não poderia passar despercebida na ilha da Madeira.

Decidimos então comemorar esta data com a realização de um CITO com o objetivo de limpar o miradouro de Campanário que deviso à falta de civismo das pessoas encontra-se com algum lixo.


Evento Celebration of another year [Povoação, Arq. Açores]
 

Venha se juntar a nós para um bom convivio e partilha de trackables.

Em Agosto, todo o café tem seu gosto.


> Domingo, 19 de Agosto


Evento "O ilhéu tão perto II" [Vila Franca do Campo, Arq. Açores]
 

Situado em frente à povoação de Vila Franca do Campo, a cerca de 1 km da costa, este local é oresultado da cratera de um antigo vulcão submerso, considerando uma das principais atrações turísticos da ilha de São Miguel (...)

Classificado como Reserva Natural, tem as paredes da sua cratera revestidas por uma vegetação endémica, enquanto no seu interior existe uma piscina natural com uma forma quase perfeitamente circular, que comunica com o mar por uma estreita passagem. Esta abertura é designada por Boquete e está voltada a Norte, isto é na direção da costa da ilha, o que impede a entrada da agitação marítima para o interior. As suas águas cristalinas e a pequena, masencantadora praia, são excelentes para a prática de natação e mergulho.

> e ainda...

2ª feira, 20 de Agosto

Evento Geocafézada em Abrantes [Abrantes, Santarém]
Evento Geo-Breakfast in ... Avenida [Lisboa]

3ª feira, 21 de Agosto

Evento Era uma vez ... "Amerigo Vespucci" [Cadaval, Lisboa]
Evento Racha a Cuca Contra-Ataca- CLII [Lisboa]
Evento Thoughts - James Dean [Lisboa]

4ª feira, 22 de Agosto

Evento Thoughts - William Shakespeare [Lisboa]

5ª feira, 23 de Agosto

Evento Geo-Breakfast in ... Marquês de Pombal [Lisboa]

6ª feira, 24 de Agosto

Evento Traz Outro Amigo Também (18ª Edição) [Lisboa]

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no-reply@geopt.org (PauloMelo) Nunca mais é Sábado... Thu, 16 Aug 2018 10:00:00 +0100
Ásia 2017 – Dia 13 – Galle, Sri Lanka http://geopt.org/index.php/artigos/outros-artigos/cruzamundos/item/3996-asia-2017-dia-13-galle-sri-lanka http://geopt.org/index.php/artigos/outros-artigos/cruzamundos/item/3996-asia-2017-dia-13-galle-sri-lanka Ásia 2017 – Dia 13 – Galle, Sri Lanka

Aterrar em Colombo e esperar para sair cá para for a, sabendo que ia receber aquela lufada de ar quente e húmido de que tanto gosto… era ainda de noite, com o céu a ganhar a luz para o dia que se aproximava, mas era já quente… e húmido… mesmo.

Passagem tranquila pelo controle de passaportes, muito fácil e rápido, apesar de existirem muitos visitantes a chegar, mesmo aquela hora da manhã. A boa onda mantém-se ao sair para a rua. O autocarro para o centro ou seja, Fort, é encontrado rapidamente, mesmo em frente ao terminal, do lado de lá da rua. Entramos, tomamos os lugares e arrancamos. Dizem que pode demorar quase duas horas a chegar, mas isso é em dias de tráfego intenso. Aquela hora bastaram 40 minutos para chegar a Fort.

Basicamente toda a informação que recebi de Colombo, de amigos e bloggers, foi negativa. Que não valia a pena passar por lá nem um dia, que era uma cidade comum, sem nada de peculiar, sem interesse. Bem, assim que saí do autocarro, aliás, na última parte do percurso para a cidade, fiquei com outra ideia. Achei fascinante. Talvez por ser o meu primeiro contacto com o país.

A estação de comboios fica a uns 300 metros da de autocarros, mas são 300 metros gloriosos, temperados com um mercado, com carregadores que se vergam sob o peso da carga que transportam de camiões pejados de vegetais e frutas. Passam tuk-tuk às dezenas, talvez às centenas. É ainda muito cedo, mas o bulício é imenso, bem contrastante com as manhãs preguiçosas do Omã.

Há lojas de comes e bebes onde as pessoas vão tratando do pequeno-almoço e uma multidão passa por mim. Mulheres de saris coloridos, jovens de uniformes escolares, polícias com fardas de inspiração britânica, e os carregadores, sempre eles sujos e magros, carregados, trementes, em esforço.

Na estação é fácil encontrar o guichet certo e comprar os bilhetes para Galle. Um Segunda Classe custa 180 Rúpias. 1,10 Eur para uma viagem de quatro ou cinco horas. Não se pode dizer que seja caro. E é aberto, ou seja, podemos ir já no próximo, que parte às 8:35, ou no seguinte, às 10:30, ou quando quiséssemos.

Tinha alguns locais preparados para visitar ali por perto, mas reconheço, estava demasiado cansado. Fomos só até ao mercado flutuante, que não vale a pena e ainda por cima estava quase tudo fechado. Claramente um projecto falhado. Deu para tomar o pequeno-almoço e depois seguir para o comboio.

Na plataforma certa amontoava-se uma multidão. Mau… esta gente toda vai no nosso comboio? Não ia. Logo antes passa um sub-urbano que absorveu aquele mar humano, com homens a seguir pendurados nas portas. Cheio a abarrotar. Agora era esperar.

Pessoal da estação ia dando indicações aos estrangeiros. Que as carruagens de segunda classe parariam mais à frente. Um pouco mais. E chega. Eles chamam os estrangeiros, ajudam-nos a encontrar os melhores lugares. Mas eu já ia para outro lado, na esperança de me afastar daquele grupo. Mal fiz, porque fui ter com outro pior, de chineses. A segunda classe é dominada pelos estrangeiros. Tomei nota mental: na próxima viagem de comboio, terceira classe.

Encontrei lugar sentado mas não à janela. Agora era esperar. E se esperei! Uma horita, sentado, sem nada acontecer. Uma hora de atraso. De forma que quando a composição se começou a deslocar, parecia um milagre, era como se já não esperasse que aquilo acontecesse.

Os primeiros quilómetros são muito pitorescos, um sonho para fotografar… ou seriam, se fosse no lugar da janela. Assim como estão nas coisas, resta-me aguar e ver, através do meu companheiro de cadeira, as casas que passam, os mercados, os pescadores, as praias, as roupas a secar, as pessoas vestidas de forma colorida e exótica. E passa-se o tempo. Vou até à porta, mas o comboio salta e treme tanto que abandono a ideia de seguir sentado nos degraus.

Sensivelmente a meio da viagem o meu colega do lado, que parece conhecer todos os passageiros, dá o lugar a outro que logo me pergunta se prefiro trocar de lugar para ver a vista. Oh se quero! Mas foi tarde demais, porque o sumo visual ficou para trás. Não me queixo, mas não há dúvida que o melhor já se foi.

Chegamos a Galle. Agora é caminhar até à casa onde vamos ficar. Um pouco mais de um quilómetro, mas cansado e com aquele calor parece uma eternidade. Pelo menos foi fácil de encontrar. O quarto não tem nada a ver com o que é descrito no Booking.com, paciência. Agora é dormir um pouco, pelo menos uma hora, antes de sair para explorar Galle e o seu forte.

O forte foi construído pelos portugueses e tomado pelos holandeses em 1640 que após Waterloo tiveram que o entregar aos ingleses, assim como, de forma geral, todo o Sri Lanka. É a grande atração de Galle, aliás, feita Património da Humanidade pela UNESCO, e uma natural primeira paragem.

Compramos um saquinho de manga cortadas em tiras para petiscar e exploramos as ruas do forte, uma pequena cidade dentro da cidade, muito turístico mas ainda interessante. Há carros e tu-tuk por todo o lado, alguns edifícios com muita personalidade, outros nem tanto. Restaurantes, lojas de jóias, de moda. Tudo para turistas. Não há vida local no interior da cidadela.

Percorremos algumas das ruas. Certamente não todas, talvez as principais e as que parecem mais prometedoras. Encontramos uma pequena praia na parte mais afastada, onde há locais e estrangeiros, e um vendedor de fruta. Japoneses sentam-se num tronco de árvore derrubada com uma avó cingalesa.

Mais passeio pelas ruas. Descobrimos um museu de entrada gratuita, que é organizado para atrais os visitantes a uma loja de jóias que se encontra no interior, mas que se dane, adoro este museu, é como gosto, tão tosco que se torna delicioso, uma colecção de objectos sem sentido, simplesmente tudo o que parecesse interessante ao criador era incluído. São algumas salas, agrupadas em redor de um pátio com um poço antigo e dá até para ver alguns artesãos nos seus trabalhos.

Entro na igreja protestante, centro religioso dos holandeses do forte, e comigo entra uma multidão de turistas que me faz sair rapidamente.

Vamos agora sobre os baluartes que dão para o mar. O céu carrega-se, ameaça chuva. Há uma esplanada convidativa, vemos os preços, são bons. Bebo um sumo de ananás e experimento o meu primeiro roti, de banana e fico apaixonado.

Começa a chover a sério. O pessoal do café assobia para uns tuk-tuk ali parados. Um avança. Fazemos negócio às 250 Rupias. Vale a pena, a entrega em casa. Serão na tranquilidade do quarto. Quer dizer, tranquilidade até começar uma festa, cuja música enche a cidade. Nada que os tampões de ouvido não bloqueiem, na hora de dormir.

 

Artigo do blog Cruzamundos. Mais textos em http://www.cruzamundos.com/

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no-reply@geopt.org (Ricardo Ribeiro) Cruzamundos Wed, 15 Aug 2018 17:00:00 +0100
Nunca Mais é Sábado... #197 http://geopt.org/index.php/artigos/rubricas-semanais/e-porque-amanha-e-sabado/item/3995-nunca-mais-e-sabado-197 http://geopt.org/index.php/artigos/rubricas-semanais/e-porque-amanha-e-sabado/item/3995-nunca-mais-e-sabado-197 Nunca Mais é Sábado... #197

Fim-de-semana de Mega na Figueira da Foz é o destaque numa semana calma de Agosto.

> Sábado, 11 de Agosto


Evento Love Love... Figueira da Foz [Figueira da Foz, Coimbra]
 

O Mega Evento vai ser dia 11 de Agosto no Mercado Municipal Engenheiro Silva da bela Figueira da Foz, e de todos!


Evento GeoFornada IV [Ponta Delgada, Arq. Açores]
 

Com este evento pretende-se dar uso ao forno da Reserva Florestal de Recreio do Pinhal da Paz.

Poderão levar qualquer tipo de alimento para ser confecionado no forno (desde pizzas, pão, ou preparados para assar), sendo este da responsabilidade de cada participante no evento.

Irão também estar disponíveis grelhadores.


> Domingo, 12 de Agosto


Evento Meet & Greet - OPORTO [Porto]
 

We will be for several days visiting Portugal. We would like to meet people, discuss about geocaching and exchange TB and GC.

> e ainda...

2ª feira, 13 de Agosto

Evento XL - GeoTertúlia [Cadaval, Lisboa]
Evento Teambv1312 Junta Amigos em Lisboa - V [Lisboa]
Evento Take 85 - Estamos na Póvoa de Varzim [Póvoa de Varzim, Porto]

3ª feira, 14 de Agosto

Evento Racha a Cuca Contra-Ataca- CLI [Lisboa]
Evento Geo-Breakfast in ... Duque D'Avila [Lisboa]

4ª feira, 15 de Agosto

Evento MEETING POINT - 23ª EDIÇÃO [Viseu]

5ª feira, 16 de Agosto

Evento An x90 meet up #2 Madeira [Funchal, Arq. Madeira]
Evento La *BruKan Family* en vacances ! [Braga]
Evento Geo-Tertúlia - Pastel "da" Nata XX [Lisboa]
Evento Bora lá beber um copo! [Angra do Heroísmo, Arq. Açores]

6ª feira, 17 de Agosto

Evento Era uma vez ... "John Kendrick" [Cadaval, Lisboa]
Evento Traz Outro Amigo Também (17ª Edição) [Lisboa]
Evento Mini Golf "PatrulhaFalcaodaN8" and friends [Santa Cruz, Arq. Madeira]

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no-reply@geopt.org (Paulo Melo) Nunca mais é Sábado... Thu, 09 Aug 2018 10:00:00 +0100
Ásia 2017 – Dia 11 – De Sur a Muscat, Omã http://geopt.org/index.php/artigos/outros-artigos/cruzamundos/item/3994-asia-2017-dia-11-de-sur-a-muscat-oma http://geopt.org/index.php/artigos/outros-artigos/cruzamundos/item/3994-asia-2017-dia-11-de-sur-a-muscat-oma Ásia 2017 – Dia 11 – De Sur a Muscat, Omã

Acordamos bem cedinho para iniciar o caminho de regresso a Muscat. Não há pequeno-almoço no hotel, mas não importa, os mantimentos comprados no primeiro dia ainda resistem e vão mesmo sobrar.

Já com as coisas no carro e a chave devolvida vamos a uma das pontas, onde há um farol. Chega um barco da faina, desembarcam os pescadores. Aquela hora está tudo muito calmo e também muito bonito. É o adeus a Sur, um dos pontos altos da viagem pelo Omã.

Estamos na estrada e está um belo dia. Na rádio fala-se de uma tempestade de chuva e não entendo como… aqui na costa sul o sol enche tudo.

Primeira paragem em Qalhat, pomposamente anunciada com um cartaz que diz Ancient City of Qalhat. Uma das que foi arrasada pelos portugueses durante o processo de conquista destas paragens. Já fora da estrada ocorre-me o que tinha lido sobre este local… que da cidade antiga resta um túmulo. Oops! Mas agora já que estou aqui vou ver. E sabem que mais… o túmulo só o vi à distância mas à actual aldeia de Qalhat é que foi uma bela visita! Encantador local, que percorri lentamente, de carro. Uma sonolenta aldeia, onde uma senhora de idade se estende numa esteira à porta de casa, duas meninas lindas vão a algum lado, cabras são encontradas ao virar da esquina, as casas são dignas de serem observadas com calma.

Mais tarde, ao seguir um trilho que me leva a uma praia mais ou menos secreta percebo: Qalhat é uma aldeia de pescadores, só pode, considerando o número de embarcações que repousa na areia. Dois homens trabalham nas redes junto de uma delas. O mar continua azul, reflectindo o céu limpo lá em cima. E junta-se outro grande momento de viagem. Parecem ter-se aglomerado para os dois últimos dias.

A paragem seguinte seria o aclamado Wadi Shab. Mas não aconteceria. Logo à chegada vejo uma multidão de turistas a afastar-se, wadi acima, e não foi um bom presságio. Depois compreendo uma coisa: para iniciar o passeio pelo wadi acima é preciso atravessar-se o curso de água e para isso é necessário usar os serviços de um barqueiro… que cobra 2 Rials por pessoa. Para uma travessia de uns 200 metros. Não, não vai acontecer.

Vamos então a outro wadi ali perto, o de Tiwi. E que maravilha! Está ainda em estado bruto, sem turistas. Sem complicações. O carro segue durante boa parte do percurso. Paramos aqui e ali para apreciar o local e por fim deixamos a viatura, apenas pelo prazer de caminhar um pouco pelo wadi acima.

Não se vê muita gente. Ouvem-se vozes, sim, perdidas na floresta de palmeiras que ladeia o vale. De tempos a tempos passa uma pickup de gente local. Há aldeias por ali acima, e se calhar podia até ter trazido o carro e ver até onde conseguia chegar. Mas não foi assim. Simplesmente caminhámos, talvez um par de quilómetros. Não há muito mais palavras para aplicar a Wadi Tiwi: é bonito, muito bonito.

Entretanto o céu tem vindo a carregar-se e as palavras na rádio começam a fazer sentido. Pode começar a chover a qualquer momento. Sinal para ir regressando ao carro.

E a partir daqui, por assim dizer, acabou. Acabou a exploração, o sentir a viagem. Foi conduzir directo a casa, em Muscat, e a partir de certo ponto, sob um dilúvio de chuva de proporções épicas. Durante todos estes dias me tinha interrogado sobre como seria possível as cheias que descem pelos wadis, com as águas a arrastarem tudo no seu caminho, como um tsunami vindo das montanhas. Neste dia compreendi. Choveu assim durante horas. Imagino o efeito desta quantidade de água a descer nas regiões altas em busca do oceano.

Chegámos. O Majeed não está em casa. Há aquela sensação de home sweet home. Tempo para descansar. Regressámos mais cedo do que esperava. A meio da tarde. Agora é esperar e repousar, carregar baterias, tomar um duche, comer qualquer coisa. Passa-se assim o resto do dia, sem fazer nada. E depois, com ele, pouco se faz também. Vem cansado e com trabalho e basicamente cada um fica no seu canto até ele partir… porque o Majeed ia apanhar um voo para Abu Dhabi ao serão.

 

Artigo do blog Cruzamundos. Mais textos em http://www.cruzamundos.com/

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no-reply@geopt.org (Ricardo Ribeiro) Cruzamundos Wed, 08 Aug 2018 17:00:00 +0100
Nunca Mais é Sábado... #196 http://geopt.org/index.php/artigos/rubricas-semanais/e-porque-amanha-e-sabado/item/3993-nunca-mais-e-sabado-196 http://geopt.org/index.php/artigos/rubricas-semanais/e-porque-amanha-e-sabado/item/3993-nunca-mais-e-sabado-196 Nunca Mais é Sábado... #196

Período de férias com muito calor à mistura e um fim-de-semana e semana relativamente calmos no que respeita a eventos.

> Sábado, 4 de Agosto


Evento GeoMeetUp Vidreiro [MG] - 15ª Edição [Marinha Grande, Leiria]
 

Caros amigos da procura das marmitas ou rolos fotográficos, devido ao crescimento exponencial de geocachers e caches na nossa terra e por forma a promover o geocaching no concelho e a integração de novos geocachers surgiu a 'necessidade' de promover o convívio e a troca de ideias, por isso vimos anunciar o GeoMeetUp na Marinha Grande.


Evento Geocaminhada «PR4 - Rota dos Caminhos com Alma» [Oliveira de Frades, Viseu]
 

A Associação de Trabalhadores do Município de Oliveira de Frades, com o apoio do Município de Oliveira de Frades, organiza no dia 4 de agosto (sábado), a Geocaminhada «PR4 – Rota dos Caminhos com Alma»; que tem por intenção dar a conhecer este território do concelho e promover o convívio entre a comunidade geocacher.


Evento Kaybuzz em modo de Férias [Portimão, Faro]
 

Aos Geocacheres e não geocacheres que estejam de férias ou não, um pequeno Geoconvivio para um café, Geotracables e falar de tudo menos Trabalho.


> Domingo, 5 de Agosto


Evento Geocafezada XXXII [Viseu]
 

Aparece no local habitual, no caféThe Brothers entre as 21h e as 21h30m e claro traz as geocoins e os trackables contigo!


Evento Coffee Time X [Ponta Delgada, Arq. Açores]
 

O objetivo do evento é proporcionar um encontro rápido para reunir geocachers.

> e ainda...

2ª feira, 6 de Agosto

Evento Take 84 - O que fizeste no fim de semana? [Sintra, Lisboa]
Evento Coffee and cake, please!!! LXXIV - Andy Warhol [Lisboa]

3ª feira, 7 de Agosto

Evento Racha a Cuca Contra-Ataca- CL [Lisboa]
Evento "Meu Querido Mês De Agosto!!!..." ep. IV [Lisboa]

4ª feira, 8 de Agosto

Evento Geo-Breakfast in ... Duque D'Avila [Lisboa]
Evento Meeting Point Minho... dos 3 oitos! [Braga]
Evento "EU É Mais Bolos..." :) ep. XXXII [Lisboa]

5ª feira, 9 de Agosto

Evento Uma jola fresquinha XV - Vacation Edition!!!/a> [Lisboa]

6ª feira, 10 de Agosto

Evento
Era uma vez ... "Charles Darwin" [Cadaval, Lisboa]
Evento
Geo-Breakfast in ... Marquês de Pombal [Lisboa]
Evento
Depois do almoço é no Constantino [Lisboa]
Evento
SUNSET GEO PARTY [Câmara de Lobos, Arq. Madeira]

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no-reply@geopt.org (Paulo Melo) Nunca mais é Sábado... Thu, 02 Aug 2018 10:00:00 +0100
Ásia 2017 – Dia 10 – Rumo a Sur, Omã http://geopt.org/index.php/artigos/outros-artigos/cruzamundos/item/3992-asia-2017-dia-10-rumo-a-sur-oma http://geopt.org/index.php/artigos/outros-artigos/cruzamundos/item/3992-asia-2017-dia-10-rumo-a-sur-oma Ásia 2017 – Dia 10 – Rumo a Sur, Omã

O dia 23 de Janeiro, o último a sério no Omã, antes de um de viagem na estrada e outro de repouso em Muscat, foi talvez o melhor, e de forma inesperada, porque o cardápio estava longe de ser o mais prometedor.

Foi também um dia de estrada, vinha-se da região de montanha, da área de Nizwa, até Sur, na costa a sul de Muscat.

Do nosso ponto de acampamento descemos o pouco que faltava das montanhas, até chegar à estrada principal. Rolamos até ao cruzamento onde deveria virar para Sur, correndo sempre paralelo ao deserto de Wahiba Sands. E é aqui que tomamos uma feliz decisão: em vez de seguir directamente para Sur, vamos espreitar as aldeias de Jaalan Bani Bu Hasan e Jalan Bani Bu Ali. Seguindo o GPS perdi um pouco o sentido de orientação, mas sei que foi uma experiência super interessante. Até à primeira seguimos pela estrada principal com muito, mas mesmo muito comércio, uma surpresa para mim que, estudando a região em Google Earth, só via uma estrada e deserto. Pensei que ia encontrar duas pacatas aldeias e afinal a concentração demográfica é grande. Fica a nota para posteriores viajantes: aqui encontrarão tudo… bancos, casas de câmbio, serviços de impressão, padarias… enfim, a imaginação é o limite.

De Jaalan Bani Bu Hasan – onde visitámos mais um castelo – para Jaalan Bani Bu Alli o GPS indicou-me uma rota secundária, e foi ai que as coisas se tornaram mesmo interessantes. Não há é como como colocar por palavras, mas tentarei. O que se passa é que estas aldeias são diferentes das que tinhamos estado a ver desde o primeiro dia. São mais compactas, não se estendem ao longo da estrada durante quilómetros, com espaçamentos entre as casas. Aqui os vizinhos são vizinhos. E há uma ruralidade que ainda não tinha sentido.

O deserto está presente de forma clara. Vêem-se camelos, à solta, pastando, aqui e acolá. Um, está a deliciar-se com o conteúdo de um contentor de lixo. Quem preciso de ursos quando se tem camelos…

Há uma paragem para um chá karak. O último desta viagem, da qual o sabor doce deste tipo de chá com leite ficará na memória.

E depois, subitamente, o oceano aparece no horizonte e num instante chegamos à costa. É um momento marcante, ver este casamento entre realidades paisagisticas que geralmente não associamos: deserto e oceano. Al Ashkarah é uma deliciosa aldeia de pescadores, onde o ocre das casas se mistura com o quase branco do deserto e o azulão do mar.

As mesquitas tocam a praia, as pickups puxam os barcos que regressam da faina, há homens que consertam redes, miúdos que reparam abrigos. A água é tépida e limpida, a areia macia. A paisagem é imensa. E gostaria de entrar naquele emaranhado de ruas, mas sucede algo: um miúdo liderando um pequeno grupo de meninos mais novos dirige-se a nós com um pau e fala em tom ameaçador… algo o incomoda, algo o faz comportar-se assim. Não sei o que é, posso imaginar algumas hipóteses mas nunca saberei. É uma atitude contrária à de toda a gente que por nós passa. E logo um jovem de uns 20 anos grita algo para o rapaz, manda-o afastar-se. E quando umas dezenas de metros depois olho para trás, dois dos miúdos estão a ser levados pelo jovem, cada um por uma orelha, com muita choradeira.

O episódio não estragou o momento, mas de qualquer modo já vinhamos andando para o carro. Esta é a minha parte do Omã que conheci, mas sei que é um sentir pouco comum, a maioria das pessoas há-de se encantar com outras partes. Mas que posso dizer, sempre tive um fraquinho por este universo onde islão e oceano se tocam, é algo que está fundo no meu imaginário, suspeito que por influência de algumas das histórias de Tintim.

Dali, foi correr costa para norte, sempre em direção a Sur, descobrindo recantos mágicos, outras aldeias do mesmo género, praias secretas. A paisagem é agreste. Desértica. E o vento que neste dia se sente acentua a natureza do clima.

Fizemos um pequeno desvio para visitar a terra das tartarugas, Ras Al Hadd, da qual guardo a memória de se parecer com uma cidade de fronteira, não entre dois países, mas entre o mundo dos homens e o da Natureza. Por estranho que pareça, vem-me ao pensamento Vik, na Islândia, outro entreposto entre humanidade e a imensidão.

Sur já não está longe, surge, primeiro à distância e depois, de repente, já aos nossos pés. É uma cidade bem diferente, vista assim. O branco domina-a, e há um braço de mar ou talvez um rio, que a envolve de um lado. Subimos a uma das torres de vigia antigas, a mais alta e a vista é fabulosa. Outro dos momentos gravados na memória desta viagem. A vista e o vento, inclemente. Tinhamos ponderado acampar de novo, mas o cansaço e o jeito de uma ligação à Internet tinham feito pensar num hotelzinho barato (que no Omã significa pelo menos 30 Eur). E agora com este vento? Hotel, sim, hotel, sem dúvida!

Vamos à sua procura o que levanta algumas dificuldades. O trânsito é condicionado por muitos sentidos únicos e na primeira passagem não avistamos o Sur Hotel. Alguém explica como lá chegar mas é um pouco confuso. Bem, logo chegamos às imediações, estacionamos o carro para seguir a pé e afinal está mesmo ali atrás de nós.

Damos entrada no hotel, o quarto valeria uns 5 Eur noutras partes do mundo mas não aqui… 35 Eur. Pelo menos há internet na caminha mas para já vamos explorar um pouco que a noite está a chegar. Da nossa localização até à entrada mais bonita de Sur, precisamente aquela que usámos, passando sobre uma ponte, são cerca de quilómetro e meio.

Há muito, mas mesmo muitos emigrantes em Sur… ou será nesta área, na zona antiga? Seja como for têm semblantes assim um pouco carregados, quase hostis, é um ambiente que não me agrada especialmente, mas por outro lado estou a adorar a cidade. Sem dúvida a não perder numa viagem pelo Omã.

O vento continua, e quando chegamos à beira da água, intensifica-se. Sobre a ponte, é imenso, não me recordo de ter sentido alguma vez um vento tão forte. Quando tiro fotos, não há como evitar, as mãos vibram. Ali por baixo encontra-se um dhow, barco tradicional destas paragens, antes apenas à vela, mas agora já equipados com motor. O cenário é magnífico, especialmente aquela hora, quando tudo se doura com o sol que vai baixando. Na praia mais próxima alinham-se barcos de pesca mais comuns, como os nossos, e a seguir o estaleiro de dhows, sempre um local a visitar e onde, pelo que ouvi dizer, se pode entrar e deambular sem problemas.

Regressamos com um grande sorriso na cara, pela praia de Sur, onde no Verão deverá ser a loucura… em Janeiro não se passa muito. Apenas pessoas que por ali passeiam. Casais de namorados, grupos de homens, nos seus trajes omanis, à conversa. Um ou outro estrangeiro. No areal joga-se à bola. É um cenário muito agradável, que marca o final do dia.

A última parte do percurso até ao hotel faz-se pelo meio da zona comercial, uma zona pedonal, com muito comércio e, aquela hora, muitas pessoas. Finalmente se vêem mulheres, e muitas, às compras.

Jantamos ao lado do Sur Hotel. A comida está deliciosa mas quando chega a conta há um excesso significativo, que logo é retirado depois de um pequeno confronto… “maybe taxes”, dizia ele. Pois, mas não fala aqui em taxas em lado nenhum. Credo, que aldraba!

 

Artigo do blog Cruzamundos. Mais textos em http://www.cruzamundos.com/

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no-reply@geopt.org (Ricardo Ribeiro) Cruzamundos Wed, 01 Aug 2018 17:00:00 +0100
Nunca Mais é Sábado... #195 http://geopt.org/index.php/artigos/rubricas-semanais/e-porque-amanha-e-sabado/item/3991-nunca-mais-e-sabado-195 http://geopt.org/index.php/artigos/rubricas-semanais/e-porque-amanha-e-sabado/item/3991-nunca-mais-e-sabado-195 Nunca Mais é Sábado... #195

Está a chegar ao fim a era das criaturas escondidas em pleno Verão escondido. Vamos entrar em força na habitual época de férias, esta semana, com muito mais eventos durante a semana  para contrastar com um fim-de-semana calmo.

> Sábado, 28 de Julho


Evento Hakunas com todos - VI [Loures, Lisboa]
 

Geocaching é potenciar os BONS MOMENTOS.


Evento Geo Churrasco (IIEvent/X - 2008/2018) [Rio Maior, Santarém]
 

A vida é curta demais para não ser vivida ao máximo. Aparece que rio maior para um churrasco e convivio.


Evento 25º GEOCafézão na Estrada Velha de Abraveses [Viseu]
 

Tenho o prazer de convidar todos os geocachers e amigos a comparecer e a participarem neste evento.

Se gostas de conviver, de conversar e de Geocaching vem, passar um momento agradável e tomar uma bebida sempre em muito boas companhias num espaço agradável.

Vem rever e conhecer novos geocachers, vem partilhar as tuas aventuras e ideias para o Geocaching e não te esqueças dos TB’s e das Geocoins.


Evento Boa noite ocidente! [Lajes da Flores, Arq. Açores]
 

Aparece nas coordenadas indicadas para um cafézinho e dois dedos de conversa.


> Domingo, 29 de Julho


Evento GeoConvivio @ Porto Dinheiro [Lourinhã, Lisboa]
 

Este evento tem como finalidade o convivio e a diversão entre geocachers, familiares e amigos.

O local do evento é nas coordenadas publicadas. (Antigo Posto da Guarda Fiscal na Praia de Porto Dinheiro)

O evento tem inicio pelas 09h30m onde haverá diversos jogos tradicionais para os participantes. Para os crescidos o tradicional jogo da malha, cabo de força, do cepo e do prego, entre outros estarão presentes, também haverá para os mais novos jogos como o garrafão e o lápis, o jogo do burro e claro os famosos alguidares com farinha e rebuçados e com agua e maçãs marcarão presença.


Evento ...e o Bugio ali tão perto... [Oeiras, Lisboa]
 

O evento tem início às 08:30 e termina às 09:00. No final do evento, caso existam interessados, será organizado um passeio de barco que inclui a visita ao Bugio. Este passeio terá um custo associado. Para mais informações contactar FOCA.te@m.

> e ainda...

2ª feira, 30 de Julho

Evento Era uma vez ... "Dragon" [Cadaval, Lisboa]
Evento Take 83 - O que fizeste no fim de semana? [Sintra, Lisboa]
Evento há eventos com alentejanos! [Santiago do Cacém, Setúbal]
Evento Coffee and cake, please! LXXIII - Nicolau Breyner [Lisboa]

3ª feira, 31 de Julho

Evento Racha a Cuca Contra-Ataca- CXLIX [Lisboa]
Evento "Qual É O Melhor Dia P'ra Casar?!..." ep. IV [Lisboa]
Evento Adeus ocidente! [Lages das Flores, Arq. Açores]

4ª feira, 1 de Agosto

Evento Teamjorgenses de visita à Madeira [Santa Cruz, Arq. Madeira]
Evento Meet Up Oeiras [Oeiras, Lisboa]
Evento Era uma vez ... "World Turtle" [Cadaval, Lisboa]
Evento Geo-Breakfast in ... Marquês de Pombal [Lisboa]

5ª feira, 2 de Agosto

Evento Evento num jardim escondido [Lisboa]

6ª feira, 3 de Agosto

Evento Traz Outro Amigo Também (16ª Edição) [Lisboa]
Evento Era uma vez ... "Gryphon" [Cadaval, Lisboa]
Evento Um encontro por mês foi a conta que um deus fez 17 [Matosinhos, Porto]

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no-reply@geopt.org (Paulo Melo) Nunca mais é Sábado... Thu, 26 Jul 2018 10:00:00 +0100
Ásia 2017 – Dia 09 – De Bahla a Wadi Bani Khalid, Omã http://geopt.org/index.php/artigos/outros-artigos/cruzamundos/item/3990-asia-2017-dia-09-de-bahla-a-wadi-bani-khalid-oma http://geopt.org/index.php/artigos/outros-artigos/cruzamundos/item/3990-asia-2017-dia-09-de-bahla-a-wadi-bani-khalid-oma Ásia 2017 – Dia 09 – De Bahla a Wadi Bani Khalid, Omã

Já eram oito e meia quando acordei. Lá se ia a ideia de uma partida bem matutina para uma jornada relativamente longa. Não despertei bem, a noite tinha sido um pouco desagradável, tensa. O local escolhido levantou problemas, pela proximidade da estrada e de casas de habitação, cuja distância tinha sido mal calculada. Ouviam-se as vozes e os sons domésticos e se eu os escutava o inverso havia de suceder e por isso fechar as portas do carro era sempre desagradável. Ali perto havia um posto de telecomunicações com um gerador ruidoso e de resto o barulho da estrada, também ela mais frequentada do que o esperado contribuíram para uma noite com alguma ansiedade.

De forma que o pequeno-almoço não foi muito alegre. Comer uma banana, arrumar as coisas na bagageira e ao volante, para uma tirada de cerca de 200 km para Ibra.

A condução correu bem, com uma primeira fase para desfazer caminho feito nos dias anteriores, até Nizwa, onde a direcção divergiu, em direcção a Sur em vez de Muscat. Menos trânsito, menos população, mais calor, mais desertificação na paisagem. Os primeiros camelos avistados. Música árabe na rádio. Quilómetro atrás de quilómetro até Ibra.

Ibra foi a repetição de uma situação vivida em quase todas as cidades omanis: um desafio considerável para encontrar os encantos da localidade, conforme narrados no Rough Guide to Oman que me acompanhou na viagem, e desta vez um desafio perdido, porque desisti, confesso, não consegui encontrar o supostamente vibrante souk de Ibra. O Omã é assim, as cidades parecem querer esconder os seus pontos mais interessantes dos visitantes, que se eventualmente os encontrarem, não deixarão de ficar surpreendidos com a localização bizarra onde os vão encontrar, como se estivessem nos subúrbios ou ao fim de um beco insuspeito.

 

Deixada Ibra para trás fomos à procura da segunda paragem prevista nesta jornada e desta vez a história foi bem diferente. Al Mudhaireb é uma encantadora aldeia à beira da estrada 23, basta um pequeno desvio para encontrar o seu centro histórico e as suas torres de vigia. Uma agradável alteração à regra comum do Omã.

Parqueado o carro, deu para um belo passeio, entre as vielas de casas antigas, algumas abandonadas, outras parecendo-se com pequenos castelos de adobe. Existe vida local na parte velha da aldeia, outra quase novidade. E o falaj que ali corre, água cristalina, morna, praticamente à temperatura do corpo, onde lavei os pés feridos e arranhados pelos espinhos da planície onde passámos a noite anterior.

Trepei até ao topo do monte onde se encontram as duas torres mais altas e apreciei a vista de lá de cima, com Al Mudhaireb (atenção que existem diversas formas de se escrever este nome – é sempre complicado aplicar a grafia latina a nomes árabes).

 

Deixei-me embalar com a chamada para a oração antes de descer, pronto para deixar para trás aquela encantadora localidade, a primeira onde a tradição e a modernidade das habitações se tocam, com um ambiente de aldeia, compacta, ao contrário das povoações omanis que se estendem por grandes áreas.

Olhando para o relógio pareceu-me que neste dia só daria para visitar mais um local da lista, isto se quisesse ir sem pressas, e acampar escolhendo o local calmamente, o o que depois do fiasco da véspera era algo que de facto desejava. Wadi Bani Khalid era o destino.

Mais uns quilómetros a rolar e uma paragem no cofee shop paquistanês para uma dose reforçada de chá karak. Delicioso! Agora sim, pronto para continuar a conduzir.

Passado um pouco, deixar a estrada principal rumo a Wadi Bani Khalid. São cerca de 25 km desde o cruzamento, montanha acima, montanha abaixo, uma paisagem belissima, um céu azul que tinha faltado nos dias anteriores, uma energia positiva que me pôs um sorriso nos lábios.

Estava a adorar o passeio e ainda mais quando percebi que o Wadi Bani Khalid não era um mero acidente geográfico mas que era na realidade uma grande aldeia, com comunidades dispersas na zona, e com um centro muito agradável, com um toque de cidade de montanha como todas têm. Fez-me lembrar, imagine-se, as localidades islandesas.

Continuámos em direcção ao Wadi, ou seja, ao leito de rio que se enche em dias de chuvada, e cujo caudal é normalmente inexistente. Mas este costuma ter sempre água numa zona específica, onde se formam piscinas naturais que são muito apreciadas pelos locais e que são conhecidas em todo o país.

Mais uma boa surpresa: pensava que teria que conduzir em terra batida (ou pior) para lá chegar mas não, até ao devido parque de estacionamento existe uma estrada de asfalto que entra pelo oásis dentro.

Depois é caminhar um pouco, umas centenas de metros, pelo verde luxuriante, pelo meio das palmeiras e relva, lado a lado com canais de água, junto a pequenos lagos que se formam. Aos fins-de-semana o local enche-se de famílias omanis que ali procuram a frescura que lhes é negada nas suas localidades mas mesmo neste dia se encontrava por lá alguma gente.

 

Tomei o tempo necessário para usufruir do local, seguindo ao lado do curso de água até onde me foi possível, depois voltando atrás, subindo ao topo do canyon e repetindo o percurso a uma cota mais alta. Quando regressei já a sombra caía sobres os lagos principais e poucas pessoas restavam. Estava na hora de partir também, encantado com um dos momentos mais encantadores desta viagem pelo Omã. Seria agora necessário encontrar um local para pernoitar, e já tinha fisgado algumas possibilidades perto da estrada que subia a montanha até ao oásis.

A primeira tentativa foi gorada mas valeu a pena. A estrada experimentada desembocava logo numa aldeia muito local, cuja breve e inesperada visita serviu para enriquecer o dia. Três meninas olharam o carro de estrangeiro passar. Um beduíno velho ao volante de uma quase tão velha Toyota esboçou um sorriso ao ver o forasteiro deliciar-se com a vista de camelos à solta. A aldeia era uma aldeia. Pequena, fechada, castiça. Um bom momento.

A segunda tentativa foi em cheio. Deixada a estrada principal e depois de rolados algumas centenas de metros, um prometedor caminho de terra batida que se dividia em muitos outros e logo vi os restos de uma fogueira que indicava que aquele ponto já tinha sido escolhido por outros anteriormente, provavelmente conhecedores das melhores formas de selecionar um local para acampar. Seria ali mesmo.

O dia chegava ao fim. Havia algum vento, que nos fez dar algumas voltas em busca de um ângulo mais abrigado. Acabou por se fazer o possível, usando-se o carro como corta-vento reforçado. Subi a uma colina escarpada e deixei-me por lá ficar até ao pôr-do-sol. Estava esfaimado mas o momento era único, lindo… aquele deserto de montanha a perder de vista, o carro e a tenda muito pequeninos lá em baixo, o vento que me assobiava nos ouvidos, e o grande astro que descia, já transformado numa enorme bola de fogo que desaparecia devagar atrás das montanhas.

Acabei por descer a custo – ia de chinelos – com a ajuda de um cajado improvisado por um pau recolhido lá em cima. Seguiu-se um repasto agradável à porta da tenda e então a noite caiu. Ainda veria as estrelas, mas apesar de pequena, a localidade de Wadi Bani Khalid – onde tínhamos parado para comprar pão – produzia alguma poluição luminosa.

 


Artigo do blog Cruzamundos. Mais textos em http://www.cruzamundos.com/

 

 

 

 

 

 

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no-reply@geopt.org (Ricardo Ribeiro) Cruzamundos Wed, 25 Jul 2018 17:00:00 +0100
Azores Logbook #10 http://geopt.org/index.php/artigos/rubricas-semanais/regional-report/item/3985-azores-logbook-10 http://geopt.org/index.php/artigos/rubricas-semanais/regional-report/item/3985-azores-logbook-10 Azores Logbook #10

Sejam muito bem-vindos à décima edição da Azores Logbook, a publicação mensal que irá relatar tudo o que se passou em termos de Geocaching, nos Açores, em junho de 2018.

Dando continuidade à rubrica Winter Fever e uma vez terminada a Primavera, é altura para fazer o balanço das caches e respetivos locais, que foram mais visitados durante esta estação do ano. Deste modo, estreia-se a Spring Fever.

Depois, faremos referência às caches que mais se destacaram das publicadas no último mês, Angra Património Mundial / World Heritage City e Tromba Do Elefante. Mais uma vez, resolvemos dar destaque a duas caches, pelos motivos que mais à frente descrevemos.

De seguida, apresentaremos todos os eventos que se realizaram nesse período no arquipélago, realçando que aconteceram em todas as ilhas.

Terminaremos a Azores Logbook com todas as caches publicadas em junho, nos Açores.

Votos de uma excelente leitura.

Bárbara Sousa (BaSousa), Henrique Bulcão (Wessel1985), Luís Serpa (luis serpa), Pedro e Susana Silva (ordep_81) e Ricardo Brasil (Spicozo)

 

A Primavera veio e já terminou, dando lugar ao calor do Verão. Assim, retomamos uma rubrica apresentada há 3 meses, agora com o rescaldo da Primavera, “Spring Fever”, que ilustra as caches com o maior número de founds, nesta estação, em cada uma das ilhas. No gráfico abaixo é ilustrado o panorama que a Primavera ofereceu ao nosso arquipélago.

 

 

A começar as honras, em São Miguel, com 112 founds, temos a magnífica GC2JJ9M - IGREJA DA GRAÇA, situada em Ponta Delgada, revelando um monumento característico, não só dos Açores, mas da nossa religião, que espalha sempre uma imagem encantadora e deslumbrante, aos locais e não só.

Logo de seguida, vem a ilha Terceira, com 52 founds na maravilhosa GC3V022 - AZGT Monte Brasil - O Pico das Cruzinhas, um sítio idílico para visitar e passar um dia com a família, sempre acompanhados da bela vista sobre a cidade de Angra do Heroísmo.

No Faial, com 47 founds, a cache mais visitada foi a GC5V2KM - AZGT Farol dos Capelinhos [Açores - Faial], situada num local sui generis, próximo do bafejar do mar. Para quem gosta do contacto com o grande azul, esta é fortemente recomendada.

Já a ilha vizinha, Pico, conquista o 4.º lugar, com 27 founds na GC4R7B4 - AZGT Museu do Vinho, uma cache pertencente à GeoTour Azores, que revela um dos mais variados pedaços de história das nossas ilhas.

Voando agora até ao Grupo Ocidental, temos a ilha das Flores, com 16 founds na cache GC5ZWWE - AZGT Farol da Ponta das Lajes. Outra cache pertencente à GeoTour Azores, que se encontra numa vila com poucas caches, mas que conta sempre com um ambiente acolhedor, pelas suas caches e pelas suas gentes.

Regressando ao Grupo Central, visitamos a ilha do dragão, São Jorge, com 11 founds na GC6717A - AZGT Parque Florestal das 7 Fontes [Rosais]. Este é um parque belíssimo e mágico, que inspira uma aura mítica e acolhedora.

A seguir, vem a ilha mais pequena do arquipélago, o Corvo, mostrando que não são nada pequenos, possuindo um Geocaching muito forte. Com 10 founds, a GC4YD3J - Igreja da Nossa Senhora dos Milagres leva-nos a mais um monumento, mesmo no centro da vila, que é facilmente identificável de qualquer ponto da mesma, despertando olhares de admiração.

Já a ilha da Santa Maria, conta com 7 founds na GC5D7EW - AZGT Aeroporto Santa Maria LPAZ-Travel Bug Hotel, que não só é um ponto de entrada para a ilha, como é o ponto de saída para os mais variados Tbs, que nos dá as boas-vindas a esta ilha, um tesouro no meio do oceano.

Por fim, mas não menos importante, a ilha Graciosa, com 6 founds em duas caches GC3KVH8 - PR3GRA - Baía da Folga [Graciosa - Azores] e GC52EA1 - Forte do Corpo Santo, ambas merecedoras de visitas e que não deixaram desapontados os seus visitantes.

Concluindo, comparando a época invernal com a primaveril, verificou-se um aumento no número de caches a serem encontradas, em todas as ilhas, nesta estação. Agora, resta saber o que o calor nos reserva, que novas aventuras vão ter estas marmitas e que nacionalidades virão visitá-las.

Até ao final do Verão (Summer Fever) e uma boa estação para todos!

 

 

 

Angra Património Mundial / World Heritage City [GC7B99Q] by ordep_81 & Castanha09

24/06/2018

8 1 20%

 

Tromba Do Elefante [GC7P3KN] by Team_CooperD

25/06/2018

5 5 100%

 

Desta vez, houve duas caches que, no nosso entender, destacaram-se das que foram publicadas em junho.

A virtual, por ser um tipo de cache bastante raro e por fazer parte de uma edição limitada de Caches Virtuais, criada entre 24 de agosto de 2017 e 24 de agosto de 2018. Assim, entendemos dar destaque à virtual que foi publicada, este mês, em Angra do Heroísmo, realçando a classificação que foi atribuída a esta cidade, pela UNESCO, de Património Mundial. Também é de salientar a oportunidade que o owner Castanha09 teve para "esconder" uma Cache Virtual, sendo que, a nível mundial, apenas 4000 owners foram contemplados.

A multi, pelo seu elevado número e rácio de favoritos (100%), bem como pelos relatos elogiosos daqueles que já visitaram-na.

Certamente, estas são caches que merecem uma visita.

 

 

Em junho, tiveram lugar 21 convívios no nosso arquipélago. De destacar o facto de nas 9 ilhas terem ocorrido eventos, situação que é deveras assinalável. Para isso, muito contribuiu a odisseia do geocacher dompaioperes e sua esposa, por todas as ilhas açorianas. Essa viagem começou na ilha Terceira, no dia 11, com o evento Cruzada na Terceira (foto abaixo), prolongando-se depois no dia 16, com o evento Cruzada no Faial, no dia 17, com o evento Cruzada no Pico, no dia 19, com o evento Cruzada nas Flores, no dia 21, com o evento Cruzada no Corvo, no dia 23, com o evento Cruzada em São Jorge, no dia 25, com o evento Cruzada na Graciosa, no dia 27, com o evento Cruzada em São Miguel, e por último, no dia 28, com o evento Cruzada em Santa Maria.

 

ordep_81

 

No dia 1, o geocacher PALHOCOSMACHADO organizou o GEOBREAKFAST #24, a que se seguiram mais dois, no dia 8 (GEOBREAKFAST #25) e no dia 15 (GEOBREAKFAST #26).

No dia 3, a Team_CooperD juntou os geocachers para mais um cafezinho (Coffee Time VI).

 

Clavent

 

Team_CooperD

 

Team_CooperD

 

No dia 5, o casal Neruw e Nadine celebraram a sua passagem pela Terceira, com o evento Despedida da terceira.

 

ordep_81

 

No dia 20, os finlandeses neolife organizaram um evento (From Finland with a twist pt. III), com o objetivo de conhecerem os geocachers locais e alguns turistas, que por aquela altura estariam na ilha verde.

 

neolife

 

No dia 22, o geocacher PALHOCOSMACHADO dava as boas vindas a alguns colegas nórdicos, com o evento BrunchTour #27 - Friendship Portugal/Finland.

 

neolife

 

neolife

 

No dia 23, decorreram mais dois eventos:

- Em São Miguel, os geocachers locais tiveram a oportunidade de conhecer mais um casal finlandês, que esteve de visita àquela ilha (Meet and greet the Finns at São Miguel, Azores).

 

neolife

 

- Na Terceira, deu-se as boas-vindas ao geocacher rm.guerreiro, que veio festejar o São João à ilha lilás (Rm.Guerreiro no São João da Terceira).

 

ordep_81

 

No dia 24, a Team_CooperD organizou mais um evento, que já vem fazendo história no arquipélago (Coffee Time VII * Summer 2018 *).

 

Team_CooperD

 

Team_CooperD

 

Para finalizar o mês, o geocacher mcassis organizou dois eventos (Café? - I; GeoDigestivo II), no dia 29, em São Brás, São Miguel.

 

 

Para a execução desta edição do Azores Logbook, contámos com a colaboração dos geocachers Clavent, neolife e Team_CooperD. O nosso obrigado a todos eles.

 

 

    [GC7JZHJ] GHOST SHIP (3,5/2)   Ribeira Grande
    [GC7QTTV] From Finland with a twist pt. III (1/1,5)   Ponta Delgada
    [GC7QT44] BrunchTour #27 - Friendship Portugal/Finland (1/1)   Lagoa
    [GC7QT3D] Meet and greet the Finns at São Miguel, Azores (1/1,5)   Ponta Delgada
    [GC7QPCC] E o convite? P.S. — Ainda vais a tempo! (1/1)   Ponta Delgada
    [GC7R90G] Café? - I (1/1)   Ribeira Grande
    [GC7R90K] GeoDigestivo II (1/1)   Ribeira Grande
    [GC7R91K] 13th - The Fourth (1/1)   Ribeira Grande
    [GC7R88C] A Casa da Água (1,5/1,5)   Lagoa
    [GC7QC2Z] Miradouro do Cerrado das Freiras - 7 Cidades (1,5/2)   Ponta Delgada
    [GC7B99Q] Angra Património Mundial / World Heritage City (1,5/1,5)   Angra do Heroísmo
    [GC7P3KN] Tromba Do Elefante (2/2,5)   Ponta Delgada
    [GC7RMWZ] Noites de Verão (1/1)   Ponta Delgada
    [GC7N72E] Ermida Nossa Senhora de Fátima (Ginetes) (1,5/1,5)   Ponta Delgada
    [GC7RP1D] Aqueduto (1,5/4)   Ponta Delgada
    [GC7QGV2] Friendship Portugal/Dinamarca (5/4)   Ponta Delgada
    [GC7RH1C] Nossa Senhora (1,5/1,5)   Lagoa
 
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no-reply@geopt.org (Pedro Silva, Bárbara Sousa, Henrique Bulcão, Luís Serpa, Ricardo Brasil e Susana Silva) Regional Report Sun, 22 Jul 2018 10:00:00 +0100
Lameirinha e Nariz do Mundo http://geopt.org/index.php/artigos/outros-artigos/geocaching/item/3987-lameirinha-nariz-do-mundo http://geopt.org/index.php/artigos/outros-artigos/geocaching/item/3987-lameirinha-nariz-do-mundo Lameirinha e Nariz do Mundo

Numa altura em que o país parece ter despertado de um tempo de abandono assumido do interior, seguimos rumo a Norte em busca de uma portugalidade interior que se vai reinventando para escapar a um certo destino litoral. Pretendíamos visitar a mítica Casa do Penedo, no salto da Lameirinha, e o não menos conhecido Nariz do Mundo, em Cabeceiras de Basto.

Passámos por Fafe e seguimos na direção da serra. Logo depois chegámos à Lameirinha (GC16670), local do famoso salto do rally. No alto da colina avistámos a Casa do Penedo, cujo terreno estava rodeado por uma vedação. Passámos suavemente pela rampa e estacionámos logo depois. Aproximou-se então um senhor, que viemos a descobrir ser vigilante, e ficámos a saber que era possível visitar o interior do terreno. Após fotos e mais fotos da casa, descemos um pouco a colina e estacionámos na pequena piscina cravada no granito. Ainda nos sentimos tentados a perguntar se poderíamos aproveitar o verão, mas acabámos apenas tirar mais algumas fotos. Entretanto, ficámos a conhecer melhor a história da casa, exemplo de comunhão de construção humana e natureza. Mais além, a paisagem estendia-se por colinas sobrepostas até ao horizonte.

Da Casa do Penedo seguimos para Moscoso em busca do Nariz do Mundo. Com a aproximação da hora do almoço resolvemos repensar os planos. Já tínhamos ouvido falar do restaurante homónimo, bastante famoso no Norte, mas desconhecíamos o que iríamos encontrar. Percebemos de imediato que deveríamos ter reservado a presença, mas ainda conseguimos arranjar um cantinho. Seguiu-se uma das melhores e mais peculiares experiências gastronómicas que já tivemos. Quando chegámos à mesa já lá estava uma garrafa de vinho a convidar a escolha imediata; o generoso bife grelhado de vitela estava fantástico e já nem considerámos a oferta para provarmos a chanfana; “sobremesa? não é preciso ementa, tomem lá esta travessa de doces tracionais e sirvam-se à vontade”. Pelo meio, fomos misturados na festa/encontro anual da família Leite e quando nos apercebemos já andávamos a celebrar com desconhecidos. E tudo por menos do que pensávamos. Enquanto uns se entretêm com estrelas Michelin a saber a pouco, ali cultiva-se a arte de cozinhar e encantar com sabores que o tempo apurou.

Finda a refeição, seguimos ao encontro do Nariz do Mundo, o original (GC4HTX1). Trata-se de um cabeço proeminente sobre o vale de Moscoso. Porém, para lá chegar é preciso caminhar e desgastar. Seguimos pelo caminho mais longo e fomos descendo a encosta do lado direito do rio. À medida que fomos descendo, a vegetação envolvente foi crescendo. Mais abaixo fomos envolvidos por um arvoredo de faias, cedros e carvalhos que a tudo resiste, desde o tempo aos incêndios. Ao chegarmos ao rio aproveitámos para tomarmos um banho reconfortante e seguimos depois pela subida da outra encosta. Sempre com os olhos no vale, contornámos o monte e iniciámos a subida pela outra vertente que nos haveria de levar à antiga casa florestal, que vai mantendo as janelas e as portas emparedadas à espera de melhores dias.

Já com vistas largas para Moscoso, descemos pelo trilho que nos haveria de levar finalmente ao Nariz do Mundo. De cada lado, vales cavados que chegam ao fundo de quantas eras ali se fizeram. Em dias de nevoeiro o pico deve parecer a proa de um navio a zarpar pelo mar. Em dias de bom tempo, o lugar oferece umas vistas triunfantes sobre o horizonte. A civilização apenas ali chegou para colocar uma placa informativa e tudo o resto é natureza. Fomos guardando os vislumbres em fotos vertiginosas e retomámos depois o caminho. Mais abaixo, o rio corria de cascata em lagoa e convidava a novo banho, mas o sol já se tinha escondido do fundo do vale. Cruzámos o rio e ainda fomos espreitar a Cascata das Relvas, antes de reencontrarmos o merecido descanso em Moscoso. No total, os cerca de 10 km foram percorridos em pouco menos de 5 horas (ver track). Do Nariz do Mundo trouxemos memórias de uma paisagem grandiosa e uma experiência gastronómica para recordar. Até ali e até qualquer dia, por essa portugalidade interior reencontrada, Basto num regresso!

Artigo publicado em cruzilhadas.pt

 

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no-reply@geopt.org (ValenteCruz) Geocaching Sat, 21 Jul 2018 17:00:00 +0100